Sobre o site | Anuncie aqui

 
   
18 usuário(s) ON-line nesta página
 
 
 

Conselho avalia organização da justiça criminal no Acre

27/8/2010




O relatório final do mutirão carcerário do Acre concluiu que a justiça criminal  no estado  trabalha bem. “Os serviços de justiça criminal do estado do Acre, no que tange à sua estrutura e organização, funcionam de forma adequada. Não recebemos durante todo o período do mutirão,  nenhuma  reclamação concernente à falta de pessoal ou de equipamentos”,  conclui o documento assinado pela coordenadora do mutirão no estado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), juíza Selma Rosane Santos Arruda.

De acordo com o juiz auxiliar da presidência do CNJ juiz Márcio André Keppler Fraga, no Acre a justiça criminal tem recebido tratamento adequado por parte do Tribunal de Justiça estadual. Segundo ele,  é perceptível a existência de uma uma cultura de gestão administrativa nas varas. “Percebemos que a organização das varas está bem estruturada. Outros estados do mesmo porte do Acre não têm essa preocupação”, afirma. Márcio Keppler ressalta que a administração do tribunal trabalha em parceria com a justiça criminal, o que contribui  para  a gestão e a administração das varas.

Os juízes que participaram do mutirão carcerário no estado verificaram que o acompanhamento dos processos é feito de maneira regular, com a utilização de sistema eletrônico. “Os servidores são capacitados para a utilização do sistema”, explica o juiz. Segundo ele, em muitos estados esse acompanhamento não é feito de forma adequada devido à falta de capacitação dos servidores. De acordo com o relatório, “a informação prestada pela Corregedoria - Geral da Justiça é de que a alimentação dos dados nas Varas de Execução Penal e nas Varas Criminais é imediata”.

Apesar das condições administrativas das varas de execução, o relatório do mutirão carcerário sugeriu um conjunto de medidas para aperfeiçoar o sistema. O cumprimento das sugestões será acompanhado pelo DMF, que enviou cópias do relatório ao Ministério Público, à Defensoria Pública e ao Poder Executivo local.

O mutirão carcerário  no Acre foi realizado  de 8 de junho  a  8 de julho. Durante esse período, foram revisados 3.096 processos, que resultaram na concessão de 454 benefícios, entre os quais, 262  liberdades.


Fonte: CNJ
 
 
 

RSS Notícias
Se você não possuir um leitor de RSS, baixe um programa leitor gratuito aqui




 

Você está a um passo de participar gratuitamente do Clube Direito. Basta clicar abaixo e comece a acumular pontos para poder trocá-los por inscrições em congressos, pontos para passagens áereas, produtos ou serviços.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
     
 
         
 
Site mantido pelo  


Editor do site
Prof. Paulo Modesto
(UFBA)
 
         
 
 
 
 
 
Desenvolvido pela E-Xis Digital Consulting / InovaSync Tecnologia de Inovação