Membros ou servidores do Ministério Público podem ser impedidos de requisitar parentes que atuam em outros órgãos públicos para trabalharem na instituição. A proposta de resolução sobre o assunto foi apresentada no Conselho Nacional do Ministério Público, nesta segunda-feira (2/4), pelo conselheiro Hugo Cavalcanti.
Se a norma for aprovada, ficará proibida a requisição para qualquer esfera do MP de servidores que sejam cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau dos membros ou funcionários do órgão.
Hugo Cavalcanti também propôs que não sejam admitidas requisições no âmbito dos órgãos do Ministério Público que configurem reciprocidade com outras instituições da administração direta, indireta, da União, estados e municípios.
O autor da proposta justifica que, em regra, a requisição significa acréscimos na remuneração para o servidor, que passa a receber adicionais do órgão que o acolheu. Isso, segundo ele, contraria os princípios constitucionais da isonomia e, especialmente, da moralidade e da impessoalidade.
Reforma da Previdência da Bahia é aprovada em convocação extraordinária depois de i...
STJ: É ilícita a prova obtida em revista íntima fundada em critérios subjetivos...
STF vai decidir sobre direito de opção de regime previdenciário para servidor feder...
STF condena Geddel e Lúcio pelo bunker dos R$ 51 mi...
Questões sobre o fornecimento de energia elétrica na pauta do STJ...
Senado aprova recursos da cessão onerosa para estados e municípios...
Parecer técnico do Senado considera que indicação de Eduardo Bolsonaro para embaixa...
Senado aprova instrumento que dá celeridade a processos administrativos...
STF decide que estabilidade do ADCT não alcança funcionários de fundações públicas ...
Caixa disponibilizará até R$ 3,5 bilhões para hospitais filantrópicos...
Seminário promovido pelo IBDA aprova enunciados sobre a LINDB...
TCU aponta excessos burocráticos que prejudicam os negócios...
Substitutivo do Relator na PEC da Previdência é divulgado e prevê economia de R$ 1,...
Suspenso julgamento de HC que discute validade provas obtidas em conversas de Whats...