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Força Nacional chega a mais de 6 mil policiais capacitados

31/03/2006 | 3687 pessoas já leram esta notícia. | 30 usuário(s) ON-line nesta página


A Força Nacional de Segurança Pública, criada em 2004 pelo governo federal para apoiar os estados em ações de segurança pública, encerra nesta sexta-feira (31) seu 23º treinamento. Já são 6.414 policias militares e bombeiros de todo o país, capacitados em policiamento ostensivo, ação tática e controle de distúrbios civis. Esses policiais estão prontos para atuar em situações emergenciais ou quando for detectada a urgência de reforço na área de segurança pública estadual.

O secretário Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, Luiz Fernando Corrêa, participará às 16h30, no Centro de Ensino da Polícia Militar, em João Pessoa (PB), da solenidade de formatura dos 346 policiais que participaram desta edição. Até maio, outras quatro turmas passarão pela formação no estado. Os treinamentos são realizados no Centro de Ensino da Polícia Militar e na Academia de Polícia Civil (Acadepol).

Segundo o secretário Luiz Fernando, o principal objetivo dos treinamentos é a padronização de procedimentos e equipamentos. "Nós vamos, por meio desses treinamentos, qualificar os oficiais e as polícias para que eles estejam preparados para dar uma resposta adequada", ressaltou.

Para realizar as instruções de nivelamento, a Senasp investiu cerca de R$ 500 mil em infra-estrutura das salas de aula da Acadepol. Os equipamentos adquiridos, computadores, televisores, projetores, ar condicionados, ficarão para o estado.

Força - A Força Nacional de Segurança Pública é o exemplo mais prático da política nacional de integração policial e cooperação federativa. Composta por policiais militares e bombeiros de todo o país, ela é especialmente treinada para agir em momentos de crise, numa alternativa ao uso das Forças Armadas, que não tem determinação constitucional para atuar diretamente na área de segurança pública.

Após o treinamento, esses servidores se reintegram às suas respectivas funções, sendo reunidos novamente somente em caso de necessidade. Isso favorece as forças policiais dos estados porque os profissionais treinados disseminam o conhecimento adquirido entre os colegas de corporação.

Fonte MJ